Clínicas, consultórios e profissionais de saúde, dentro das normas do conselho.
Anunciar saúde é anunciar sob regra. CFM, CFO, CRP e CRN limitam promessa de resultado, antes e depois e comparação de preço, e a plataforma reprova criativo que passa do ponto. O que sobra — e funciona — é autoridade: especialização, método e a jornada de decisão do paciente, que costuma ser longa e cara.
Na saúde, a maior parte da demanda nasce de uma dor ou de uma dúvida, e por isso a Rede de Pesquisa do Google costuma liderar: quem busca "dentista de urgência" ou "clínica de fisioterapia perto de mim" já decidiu que precisa do serviço. O Meta entra para procedimentos eletivos e de desejo — implante, lente, harmonização —, em que a decisão amadurece aos poucos e o conteúdo educativo faz diferença.
O número que importa é a consulta agendada e comparecida, não o clique nem a mensagem no WhatsApp. Uma campanha que gera muitas conversas e poucas avaliações está atraindo curioso ou está esbarrando no atendimento. Por isso a medição precisa ir até a agenda: quantos contatos viraram horário marcado e quantos compareceram.
O erro mais caro é ignorar as regras de publicidade dos conselhos e das próprias plataformas. Promessa de resultado, preço como chamariz e antes e depois sem cuidado derrubam anúncio e, em casos piores, a conta inteira. Anúncio de saúde precisa ser escrito para informar e gerar confiança — o que, curiosamente, também é o que mais converte.