O que muda no trabalho do gestor em cada plataforma: Google, Meta, Instagram, TikTok, YouTube, LinkedIn e IA.
Cada plataforma pega o cliente num momento diferente. No Google, ele já está procurando; no Instagram e no TikTok, está rolando a tela e precisa ser interrompido; no LinkedIn, está no modo trabalho; no YouTube, dá alguns segundos de atenção antes do vídeo. O ofício do gestor é o mesmo — medir, testar, cortar desperdício —, mas o criativo, a segmentação e o que conta como resultado mudam de uma para outra.
A escolha da plataforma depende de onde o seu cliente está no momento da compra. Quem resolve uma urgência ou busca um serviço pelo nome está no Google. Quem compra por desejo, impulso ou indicação visual está no Instagram e no TikTok. Quem vende para empresas encontra o decisor no LinkedIn. Canais novos, como anúncios em assistentes de IA, entram como teste, sem tirar verba do que já funciona.
Cada plataforma tem as próprias métricas de vaidade: impressões no Google, curtidas no Instagram, visualizações no TikTok e no YouTube. Nenhuma delas paga conta. O que permite comparar canais é o custo por contato qualificado e por cliente, medido do mesmo jeito em todos, com o rastreamento conferido antes.
O erro mais comum é copiar a campanha de uma plataforma para outra. O anúncio que funciona no Google, escrito para quem já procurou, não para ninguém no feed do Instagram; o vídeo que funciona no TikTok parece deslocado no LinkedIn. O que se reaproveita é o aprendizado sobre o cliente, não o anúncio.