Escola, curso livre e autoescola, com o calendário de matrícula no centro.
Quem decide não é quem estuda, e quem paga nem sempre é quem decide. Isso muda a segmentação e a copy: a campanha fala com o pai ou com o adulto que vai bancar o curso, e precisa começar meses antes do período de matrícula, porque a escolha amadurece devagar e é cheia de comparação.
Escolas, cursos e faculdades têm picos de matrícula bem definidos, e a campanha precisa seguir esse calendário. O Google capta quem pesquisa o curso ou a escola pelo nome e pela região; o Meta alcança pais e alunos antes da decisão, com conteúdo sobre método, estrutura e resultado dos alunos.
Conte matrículas, não inscrições em evento ou downloads de material. Muitas instituições comemoram lista de interessados que nunca visitou a escola. O funil precisa ser medido até a matrícula paga, separando o custo de cada etapa: contato, visita ou aula experimental e matrícula.
O erro mais caro é concentrar tudo no mês da matrícula. A decisão de trocar de escola ou de começar um curso é tomada meses antes, e quem só aparece no fim disputa a mesma atenção que todos os concorrentes, com clique mais caro. Presença contínua, com picos planejados, rende mais.