Captar reclamante e defesa de empresa em campanhas separadas — sem violar o Provimento da OAB.
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Você procura um gestor de tráfego pago para advogados trabalhistas sabendo que esse mercado tem dois clientes muito diferentes: o trabalhador que acabou de ser demitido e busca saber seus direitos, e a empresa que quer se blindar antes que uma reclamação vire prejuízo. Tratar os dois com o mesmo anúncio é desperdiçar orçamento e confundir o público.
A OAB, através do Provimento 205/2021, proíbe a mercantilização, a captação de clientela e a promessa de êxito. Um anúncio no estilo "processe seu chefe e ganhe dinheiro" não só é reprovado: pode render uma representação ético-disciplinar contra o seu registro. Isso vale tanto para campanhas voltadas ao reclamante quanto para as voltadas à defesa empresarial.
Nesta página você vai entender por que separar as campanhas de reclamante e de defesa empresarial muda o resultado, o que o Provimento da OAB permite e proíbe na prática, como o Google Ads captura o momento exato da demissão ou da notificação, e como atrair o cliente que valoriza a sua especialização em Direito do Trabalho em vez do que só pergunta "quanto eu ganho".
O trabalhador demitido busca termos como "verba rescisória não paga", "demitido sem justa causa o que fazer" ou "prazo para entrar com ação trabalhista" — urgência alta, decisão em dias. Já a empresa busca "como evitar reclamação trabalhista" ou "auditoria de passivo trabalhista" — decisão racional, ciclo mais longo, ticket recorrente via assessoria preventiva.
A publicidade da advocacia deve ter caráter informativo e é vedada a mercantilização. No trabalhista, isso significa: nunca prometer valor de indenização, nunca insinuar "causa ganha", e nunca usar expressões de captação como "processe agora". A comunicação educa sobre direitos e prazos, e demonstra especialização em Direito do Trabalho.
Conformidade primeiro
Cada anúncio é revisado à luz do Provimento da OAB antes de ir ao ar, nos dois lados do balcão (reclamante e empresa). Escalar verba em cima de um criativo irregular multiplica o risco de representação ético-disciplinar.
O Google Ads é o canal decisivo para o reclamante: a busca acontece nos dias seguintes à demissão, com alta intenção. Já o Meta Ads funciona melhor para a defesa empresarial, distribuindo conteúdo educativo sobre compliance trabalhista até que o RH ou o sócio reconheça a necessidade de uma assessoria preventiva.
Uma lista de palavras-chave negativas rigorosa evita cliques de estudantes de Direito e curiosos buscando "modelo de petição trabalhista" ou "jurisprudência TST" — filtrando o orçamento apenas para quem já vive a situação (demitido ou empresa em risco).
O marketing jurídico de autoridade filtra naturalmente o público. Quem chega por conteúdo que explica prazos e direitos trabalhistas valoriza a competência técnica e está disposto a fechar o contrato rápido — é o oposto do cliente atraído por promessa de indenização alta, que só compara honorários.
Ao posicionar o escritório como especialista em Direito do Trabalho (e não em "advocacia geral"), atraímos tanto o reclamante certo quanto a empresa certa, com contratos mais previsíveis e recorrentes do lado da defesa preventiva.
Gostou do que leu até aqui? Vamos colocar isso em prática no seu negócio.
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Configuração (ou reestruturação) de campanhas, conversões e públicos no Google Ads e/ou Meta Ads, com o pixel e as tags testadas antes de ligar qualquer anúncio.
Ajuste de lance, público, criativo e palavra-chave negativa toda semana — não uma configuração única esquecida rodando sozinha.
Retorno periódico com número real (CPA, ROAS ou custo por lead, conforme o seu negócio), para decidirmos juntos o próximo passo.
Pode, mas em campanhas separadas. O reclamante busca urgência e direitos após a demissão; a empresa busca prevenção e defesa. Misturar os dois públicos numa mesma campanha dilui a mensagem e reduz a conversão de ambos os lados.
Proíbe a mercantilização, a promessa de resultado (ex.: valor de indenização), expressões persuasivas de captação como "processe agora" ou "causa ganha", e a oferta de serviços jurídicos como mercadoria. A comunicação precisa informar sobre direitos e prazos.
Google Ads com foco em termos de urgência pós-demissão ("verba rescisória não paga", "demitido sem justa causa"), sempre com linguagem informativa. É o momento de maior intenção de busca, geralmente nos primeiros dias após a demissão.
Vale muito, e é um contrato mais recorrente do que o caso avulso do reclamante. Usamos Meta Ads e LinkedIn com conteúdo sobre compliance trabalhista, mirando RH e sócios que buscam auditoria preventiva de passivo trabalhista.
Recomendamos a partir de R$ 1.500 mensais em mídia, dividido entre a campanha de captação do reclamante (Google Ads) e a de autoridade para empresas (Meta/LinkedIn), ajustando conforme a região e a concorrência local.
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Gestor de tráfego pago focado em performance real e retorno sobre investimento (ROI). Diferente de agências tradicionais, meu trabalho é artesanal, focado no faturamento da sua empresa através de estratégias avançadas no Google e Meta Ads.
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